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Cuiabá MT, Sábado, 10 de Abril de 2021
CIDADES
Sábado, 27 de Fevereiro de 2021, 17h:35

SEGUNDA ONDA DO VÍRUS

Prefeito rejeita lockdown como medida para conter avanço da Covid

Emanuel Pinheiro defende fiscalização mais rígida no comércio; Justiça decide medidas na 2ª feira

Da Redação
Secom-Cuiabá
Emanuel Pinheiro acha que fiscalização rígida no comércio contém o avanço da pandemia em Cuiabá

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) não é a favor de uma quarentena obrigatória em Cuiabá, como defende o Ministério Público Estadual (MPE).

Neste sábado (27), o prefeito afirmou, por meio de sua assessoria, que este não é o momento de decretar lockdown, pois, segundo ele, "o setor produtivo não aguenta mais ser penalizado".

“O trabalhador precisa do emprego, precisa trabalhar e ganhar o seu salário. A Prefeitura de Cuiabá está trabalhando, diuturnamente, para vencer a pandemia, e a saída é a vacina. Estamos usando de todos os meios, empregando todos os esforços possíveis e imagináveis para conseguirmos mais vacinas para imunizar toda a população cuiabana. Esse é meu compromisso e eu reitero nesse momento com cada um de vocês”, afirmou.

Emanuel Pinheiro acha que uma fiscalização mais rigoriosa no comércio seria a saída para conter o avanço da pandemia na Capital mato-grossense.

Neste sábado, por exemplo, ele anunciou que vai entregar um Projeto de Lei na Câmara Municipal para criar medidas ainda mais rigorosas na fiscalização dos estabelecimentos comerciais que descumprem as medidas já estabelecidas de biossegurança.

“Após reunião do Comitê Municipal de Enfrentamento à Covid-19, realizada ontem [na sexta-feira, 26], já havíamos definido a volta do toque de recolher. Entretanto, vamos esperar a decisão da Justiça para definir qual o caminho Cuiabá vai tomar. Enquanto isso, no dia 1º de março, segunda-feira, entregarei ao presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná, um projeto de lei que determina medidas ainda mais rigorosas na fiscalização dos estabelecimentos que teimam em descumprir as medidas de biossegurança neste período de pandemia, solicitando a votação em urgência urgentíssima”, afirmou o prefeito.

Segundo Emanuel, as medidas vão da simples advertência até a suspensão do alvará, com o fechamento do estabelecimento por até 90 dias.

“A base deste projeto de lei é a seguinte: aqueles que andam de acordo com a lei, que andam corretamente e que estão preocupados em trabalhar sem causar a proliferação do vírus não podem pagar pelos irresponsáveis que trabalham de qualquer forma e propiciam essa onda crescente de propagação da Covid-19 em Cuiabá”, afirmou. 

Leia mais sobre o assunto:

Prefeito vê 'onda alarmante' e já admite o toque de recolher

MP defende fechar bares, restaurantes e shoppings em Cuiabá e VG


5 COMENTÁRIOS:







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Andreia Luísa muzzi oliveira  28-02-2021 19:28:44
Com almento significativo de coronavirus e querem mandar nossos filhos de volta as aulas presenciais. Não vou mandar o meu. E ai seu prefeito,esta preocupado com o comercio e as vidas perdidas

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Eliza   28-02-2021 15:20:14
Tem que diminuir os horários dos comércios, não adianta negar isso. Os shopping e centro de Cuiabá estão lotados, e isso causa lotação dos ônibus também. Na horas que a maioria da população está voltando do trabalho, tem um monte de gente andando a toa junto, e isso lota.

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Heitor Roberto Paludo  28-02-2021 09:56:35
Não precisa fechar e sim manter distanciamento e usar máscara. Supermercados e lojistas estão fazendo os primeiros protocolos, que são máscaras, medir temperatura e disponibilizar alcool gel, porém após entrar fica tudo liberado, aglomeração, lugares entupidos de gente (exemplo Loja GIGA no centro), falta de distanciamento e orientação individual e não só por sistema som, exemplo COMPER na Av Historiador, no caixa, estamos finalizando nossas compra e nem pagamos e já tem outro cliente colocando as compras na esteira e os responsáveis do COMPER não orientam e se calam.

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MAURO VIEIRA DOS SANTOS  28-02-2021 09:31:38
Simples comprem mais UTis mais remédios . Se o dinheiro que foi investido em auxílio emergêncial tivesse sido investido em saúde hoje o SUS teria como atender a demanda e o povo trabalhar. Agora é passado mas ainda dá tempo de fazer alguma coisa porque a vacina não vai resolver

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MAURO  28-02-2021 09:30:27
Simples comprem mais UTis mais remédios . Se o dinheiro que foi investido em auxílio emergêncial tivesse sido investido em saúde hoje o SUS teria como atender a demanda e o povo trabalhar. Agora é passado mas ainda dá tempo de fazer alguma coisa porque a vacina não vai resolver

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